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Stephanie Noelle
01 October 2010 @ 11:25 pm

Do último post para cá, muita coisa mudou.

Mentira. 

Eu só terminei de ler os sete Harry Potter, haha.

E foi um mergulho com fé, sem medo (e nem vontade) de voltar para a superfície. Foi maravilhoso reencontrar meus amigos de longa data, entendê-los mais e melhor, saborear mais a história e achar graça em cada página.

Lembro que quando li o sétimo (Relíquias da Morte), eu não tinha gostado muito, e tinha achado o final uó-não-acredito-que-esperei-tanto-pra-isso. Mas eu era adolescente.
Eu tinha 17 anos,e ainda era apenas uma sonhadora (meus sonhos só se realizariam algum tempo depois), e não tinha quase nada do que me orgulhar na vida.
Vivia uma vida relativamente pacata (parênteses importante: eu nunca, desde as lembranças mais longínquas, tive uma vida pacata, mas eu mal sabia o que viria após virar a esquina), meio chata e sem graça.

Hoje, quando reli, aos quase 21 anos, enxerguei tudo de uma maneira diferente, com muito mais empatia e ligação com Harry.
Hoje, quase dois anos vivendo por minha conta, quase sozinha numa cidade perigosa-enorme-labirintística, eu me vejo muito mais representada em Harry.
20 anos não é muito.
Mas é só um número.
Conheço pessoas com 25 que ainda não cresceram, pessoas com 30 que nunca entenderam o que é ser responsável, de verdade, pela sua vida.
Mas aos 20, enquanto muitos dos meus colegas da faculdade ainda passam a tarde em casa vendo Sessão da Tarde e comendo brigadeiro de colher, eu trabalho, me sustento e tento ajudar minha família. Eu pago minhas contas, compro minhas roupas, meus sapatos e sustento meu vício por coisas impressas (leia-se livros e revistas). Eu me desespero com a conta do cartão de crédito, sorrio quando vejo que meu VR ainda vai durar um tempão, fico ansiosa pelo quinto dia útil do mês.

Eu volto pra casa não porque preciso, mas porque tenho vontade. Eu trilho meu caminho, mas se eu quiser seguir a estrada de tijolos azulados, ninguém vai me dizer que não.

Eu sofro. Porque não é fácil ter poucos anos e tanta responsabilidade. Mas eu me divirto. Eu tenho orgulho de mim mesma. Mais do que jamais tive.
Eu faço sacrifícios, mas faço um monte de loucuras. Eu ainda não acertei o prumo da prudência, mas me divirto aprendendo.

Dificilmente me arrependo de algo, porque desprezo arrependimento.
Ao menos, nunca vou sofrer por não ter tentado.

Harry precisava salvar o mundo bruxo.
Eu preciso me manter viva, seca, alimentada, segura e feliz.

Agora eu entendo mais o livro. Agora, eu entendo o final.

Toda responsabilidade é um fardo.
Mas no final das contas, no fim da trilha dos tijolos azulados, a recompensa é imensurável.

 
 
Feeling: thoughtfulthoughtful
Listening: Between 2 lungs - Florence
 
 
Stephanie Noelle
07 September 2010 @ 08:21 pm
 Acabo de voltar da viagem de feriado.
Como previsto, choveu todos os dias exceto sábado, mas nem liguei.
Tantas coisas legais aconteceram que a praia (que praia?) ficou em último plano.

Chegamos sábado, ainda às nove da manhã, e meu sogro, aniversariante do dia, minha sogra, e meus cunhados com suas famílias já estavam hospedados desde sexta.

O hotel era, de longe, o mais bonito que já fui em toda minha (curta) vida.Cheirava a baunilha (uma delícia, ainda mais se comparado ao cheiro da praia). Os quartos não ficavam atrás. Como bem disse minha cunhada Thaiomara, a cama fazia parecer que estávamos dormindo em uma nuvem. 
Mas o que mais gostei era que em todo lugar havia sofás enormes e aconchegantes, com jornais e revistas ao alcance da mão, pra gente se deitar no meio da tarde, e ficar lá, bem quietinho.
Tinha o bar, intimista, com sofás em volta, o sofá azul marinho de frente para o mar, os sofás do lobby, tudo muito confortável.

Aí a praia era um esquema fechado para o hotel, como se fosse os fundos do hotel, o que diminuia bem o volume de pessoas (e farofeiros) na areia. Como só fez sol no sábado, só neste dia as areias não estavam desertas. 
Dentro das dependências tinha uma piscina gigantesca, com vários 'ambientes', mas eu também só entrei nela no sábado haha.
O David ficava o tempo todo falando de como o lugar era lindo, e era mesmo.

O café da manhã era uma atração à parte. Tinha tudo o que eu mais gosto de comer na vida, e mais.
Pães dos mais variados, croissantes, brioches, roscas, torradas, frios, iogurtes, nossa uma infinidade.
As frutas iam do tradicional mamão ao exótico grapefruit, que é lindo, mas amargo :~

Mas o espetáculo eram os waffles, feitos na hora, e os omeletes. De dar água na boca até agora.
Como a gente acordou cedo várias vezes, a gente tomava café, caminhávamos, e fazíamos o brunch.
Fiquei muito mal acostumada.

Como quero guardar essa viagem muito bem, tópicos de tudo que me fez sorrir um sorriso sem fim:

- Descobrir que a nossa praia se encontrava com outra praia, e o encontro entre as duas acontecia bem pertinho da gente, então dois dias a gente acordou cedinho e ficamos esperando as águas se juntarem, o que acontecia de um jeito muito legal (e rápido) e eu vou achar demais pra sempre. E enquanto a gente esperava, o Augusto ensinava o nome das algas e seres biológicos que ficavam escondidos quando o mar tava 'casado'. 

- No almoço de sábado o Will, irmão mais velho do David, contou, ao lado da recém-esposa Mariana, que eles vão ter um filho! Segundo(a) sobrinho(a) vindo :D

- E falando em sobrinhos, não tenho sobrinhos diretos, porque sou filha única, mas tenho a Maria Victoria, filha de outro irmão do David, o Henrique, que tem 5 anos e é a menina mais querida! Ficamos brincando com ela durante horas, um dia que  ela foi ao nosso quarto, e ficamos só eu, ela, Dá e Augusto, e a gente começou a brincar de monstro, e ela toda envolvida na brincadeira, muito, muito esperta. Foi uma delícia, e eu fiquei toda feliz de ver como o Dá é com crianças. Ele tem um dom, sei lá.

- Caminhar na praia com o David. Sem dúvida, com sol, chuva ou frio, a gente ficava lá, de mãos dadas, falando sobre a vida, sobre o futuro, sobre crianças, sobre planos. Um dia, umas 8h, a praia tava praticamente deserta, e eu desenhei um coração imenso na areia, com "J'Aime David" no centro. Pena não estar com a máquina na hora.

- As idas ao bar eram deliciosas. Conversas com Dá, Augusto, sogra, sogra, regadas à chopp de Stella Artois e drinks deliciosos. Mojito, Strawberry Mojito e Bellinni foram meus preferidos.

- Ir à sauna com Carol, irmã do Dá, pra fazer hidratação poderosa na pele e nos cabelos. Apesar da temperatura altíssima, valeu muito porque minha pele é outra!

E no meio disso tudo, muita, muita, muita cumplicidade com mon amour. Nunca vou achar normal o tanto que a gente se dá bem. Daqui dois dias vamos fazer 2 anos e 8 meses de namoro,  e a gente parece estar no 4º mês de namoro, de tanto que a gente tem pra falar, pra beijar, pra dar de carinho um ao outro.

O nosso hotel estava bem, bem cheio de crianças, e aí, aliado ao assunto 'novo sobrinho', a gente falou muito sobre ter filhos.
Eu tenho uma posição muito radical quanto a este assunto, tão grande, tão cheia de opiniões, que seria difícil colocar em palavras. Mas aí que eu e David concordamos em tudo, e eu fico encantada com o jeito que ele fala da nossa futura filha. Não que eu queira ter filhos logo, muito pelo contrário. Meus planos são viver muito antes de colocar outro ser no centro do meu universo. Mas eu fico encantada mesmo assim :)

Diferente da nossa viagem no primeiro ano de namoro, em que conhecemos mais um ao outro, dessa vez, a viagem foi primordial pra selar meus sentimentos.

Nunca estive tão feliz :)
 
 
Feeling: happyhappy
Listening: the postal service
 
 
Stephanie Noelle
03 September 2010 @ 06:11 pm
 

Amanhã vou para a praia.
A última vez que pisei nas areias usando roupas de banho foi, se me recordo bem, em 2006.
Fui ao Rio de Janeiro este ano, mas trabalhei, não fiquei queimando no sol e bebendo água de coco.

Não sou fã de praia, acho cafona fazer bate-volta, odeio tomar sol porque a gente fica de outra cor (eu AMO ser branquela) e daqui 20~30 anos a pele vai estar podre, fora o cheiro horrível (e textura idem) dos bronzeadores. Acho o público que frequenta as praias mais comuns bem uó, gritam, fazem sujeira, bagunça, as crianças jogam coisas na cabeça das pessoas, enfim, um horror.

Eu não gosto mesmo.

Mas aí, dessa vez, vou com meu namoradinho, e a gente vai ficar num hotel, o que já torna tudo bem melhor, porque, tchan tchan, tem serviço de quarto, uma das maravilhas já inventadas pelo homem. Tem roupão branquinho, tem toalhas novas, tem cama arrumada a hora que você chega, tem hamburguer e batata frita às 2 da manhã.
E tem o café da manhã <3

Aí, tava falando com o David, sobre eu não gostar muito mesmo de praia, e ele veio com a justificativa mais fofa do mundo.
Segue:

David: lá vai ter um guarda-sol beem grande, pra você ficar esticada,
vc vai usar suas roupaaas de verão
eu vou usar minha bermuda 
tirar umas foootoss
naquelas praias com coqueiroos e côco

David: vai ser lindo, eu tenho certeza
ainda mais porque nao tem previsao para um tempo claro com um sol dos infernos
ainda é inverno, e no litoral sempre tem aquele ventinho gostoso

David: nem eu vou ser louco, alias de ficar no sol quando estiver muito forte
só de manhazíínha e a tardezinha, com você!
a gente nunquinha caminhou de maos dadas na beiradinha do maar...
tomô uma aguinha de coco no mesmo canudinho
passou protetor um nas costas do outro!


A vontade cresceu, porque né, nada como um namorado que saiba te convencer do jeito mais querido.
De qualquer maneira, na mala, do lado do biquíni e dos vestidinhos molengas, vão minhas september issues e HP 4 e HP 5, porque nunca se sabe quando pode chover, ou quando a insônia vai vir fazer companhia.

Bon week-end!
 
 
Feeling: anxiousanxious
Listening: How to save a life - The Fray
 
 
Stephanie Noelle
 Este ano, em novembro, é o fim de uma história que acompanhou uma geração.
Em novembro será lançado a primeira parte do último filme de Harry Potter. É como se, mesmo após o último livro, o ciclo ainda não estivesse fechado.
Mas será. E eu tenho certeza que vou chorar mais do que jamais imaginei (por causa de um livro, se é que vocês me entendem).

Lembro da primeira vez que li Harry Potter. Eu tinha 11 anos, a mesma idade em que Harry descobre sua verdadeira história, era toda nerd, Hermione way of life, não tinha lá muitos amigos, e passava a tarde na companhia de Harry e seus amigos.
Na escola, a mesma coisa. Todo intervalo, lá estava eu, na posse de um livro, fechada em um mundo que só eu entendia, onde tudo era muito mais legal do que na vida real.

Harry foi crescendo, e eu junto com ele. A história acabar é... É a prova de que todos crescemos.
Não precisamos crescer em todas as formas, no entanto.
Sou da opinião que a gente pode trabalhar, pagar conta de cartão de crédito, e ainda ter alguns prazeres de criança. Porque né, sem isso, sem pequenos prazeres que não fazem muito sentido, mas trazem muita felicidade, o que seríamos de nós?

Li os livros da saga quatro vezes. Apenas o último, que li apenas uma vez, antes mesmo de ser lançado em português. Eu tinha 17 anos, e passava minhas tardes enfiada em fóruns de HP, lendo tudo quanto informação que vazasse. Aí, pertinho do livro ser lançado na Inglaterra, saíram na internet scans dos primeiros capítulos, provavelmente tirados por alguém da gráfica. Tudo ilegal, claro.
Foi a glória. Comecei a ler, e assim que o site foi lançado lá fora, well, assim como um episódio de seriado, ele ficou disponível para os leitores ávidos do mundo todo.
Em três dias li o livro todo (eu saia correndo da aula, sentava na frente do computador e só saia na hora de dormir. Sério) e chorei como uma criancinha quando acabou.

Lembro que eu e minha prima brincavamos no quintal de casa de que éramos Hermione e Cho Chang (acho que a gente tinha uns 14 anos), inventávamos várias histórias, e personagens, porque claro, as duas queriam ser namoradas do Harry, mas sempre aparecia um aluno transferido de uma outra escola de bruxaria para conquistar o coração de um de nossos alter egos.

Minha infância foi muito mais incrível por causa de HP, eu tenho certeza. Eu sempre fui meio 'excluída' dos grupos da escola, especialmente porque eu sempre mudei muito de escola (por conta de mudanças de endereços), então não dava para criar laços fortes com as outras crianças.
É por isso, também, que não tenho uma grande (ou grande) amiga de infância. Nunca passei mais de dois anos numa mesma escola, exceto no colegial, que foram três anos.

Mas eu não acho ruim. Graças a tudo isso sou uma pessoa que lida extremamente bem com mudanças, não tenho ansiedade por ir a um lugar novo, começar coisas novas, enfim, tudo isso, é sempre muito empolgante pra mim, que sei lidar com muita propriedade, sem modéstia.

Anyway. 
Como o filme estreia em novembro, e eu já estava querendo comprar toda a coleção de livros (eu tenho alguns, mas não todos), uni uma coisa a outra, e estou relendo todos os volumes novamente.
Hoje terminei o primeiro. 
Chorei, assim como da primeira vez, com Hagrid entregando o album de fotografias de James e Lily Potter (pais de Harry) para o menino que sobreviveu. Chorei com a recontagem dos pontos da Grifinória, e a cada menção à Rony, Hermione, Harry e Neville, um choro mais forte.

Obrigada J.K., por criar uma série que me fez tão feliz quando criança, e que me faz feliz com 20 anos, e com certeza vai me fazer quando voltar a reler.

Projeto HP

Harry Potter e a Pedra Filosofal
Harry Potter e a Câmara Secreta
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o Cálice de Fogo
Harry Potter e a Ordem da Fênix
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Harry Potter e as Relíquias da Morte
 
 
Feeling: amusedamused
 
 
Stephanie Noelle
27 August 2010 @ 12:49 am
E o cabelo dele tem o melhor cheiro do mundo. 
Cheiro de delícia, de conforto, de campo de flores, de 'me sinto bem ao seu lado'.

Eu e ele 'moramos' juntos de tempos em tempos. Acontece que eu tenho um apartamento, que moro com mais duas meninas, lá na usp, e ele mora com o irmão, em outro apartamento.
Daí todo final de semana (que neste semestre, e no outro que passou, começa na quinta) eu venho para o ap., com mala, cuia, makes, revistas e livros, e me instalo por aqui.
Eu tenho minha caminha, meu espaço no guarda roupa e minha gaveta (no armário do quarto e no do banheiro).
É uma segunda casa, de verdade.

Eu tenho metade dos meus livros aqui, metade das minhas revistas, metade das coisas que ganho.
Enfim.

Aí, existem épocas que eu me 'mudo' mesmo. Tipo quando a USP tá em greve. Ou nas férias. Ou em final de semestre. Ou em SPFW.
Ano passado, quando a USP entrou em greve, eu morei aqui durante três meses. E foram três meses maravilhosos.

Acho que contando todas as vezes, eu morei mais com o David do que na minha casa de verdade. E, depois dessa experiência toda, eu posso dizer com todas as letras e certezas, que eu o amo completamente.

Eu sei como ele acorda, como ele gosta de dormir. Sei o que não deixa ele dormir, e como ele age durante o sono. Eu sei o que ele gosta/não gosta pela manhã, eu conheço suas manias, suas inseguranças, seus piores dias, seus melhores dias.
Eu sei que quando ele levanta da caminha e vem pra sala, só pra me dar um beijinho, sem falar nada, na verdade é o jeito dele de pedir que eu vá deitar também, e apague a luz, porque o incomoda.

E eu o amo em cada detalhe. Em cada mania. 
Hoje, inclusive, a mãe dele viu uma reação matinal dele, porque ele havia errado um exercício de estatística, e me perguntou se ele era sempre assim. Porque eu o conheço muito bem. E eu sei porque ele age de jeito x, ou jeito y.

A gente foi se descobrindo, foi conhecendo coisas escondidinhas um do outro. A gente namora há quase três anos, e ele sabe coisas de mim, coisas que eu gosto, ou coisas que eu não suporto, ou medos, que ninguém nunca soube.

Eu não tenho vergonha de nada perto dele. Não tenho vergonha de ele chegar da aula, às 23h30, e eu ligar uma música boba no media player, subir em cima da cama e dançar de um jeito sexy meio bobo, com o rabo de cavalo balançando de um lado para o outro, e no meio disso tudo, darmos risadas das caras que eu faço, da coreografia e da letra engraçadinha da música.

E eu amo que a gente deita na cama, a cabeça dele apoiada no meu braço esquerdo, os cabelos cheirosíssimos, macios e compridos na medida para o cafuné se perder de um jeito bom ali, pertinho do meu rosto, e a gente fica lá, falando sobre o dia, contando sobre a comida que comeu, e que eu eu sou gordinha porque comi um mini-croquete e que ele lembra exatamente todos os ingredientes da salada do almoço, e aí a gente fala de bobeiras, misturado com coisa séria, com os pézinhos meio entrelaçados, porque o pézinho dele é mais quente que o meu (e infinitamente mais macio, coisas boas de não se usar salto).

Detalhes que fazem a vida (a dois, especialmente) valer a pena.

O nosso namoro é cheio de detalhes. A gente tem um jeito só nosso de falar, mudamos os 'apelidinhos' a cada nova frase boba que a gente fala, planejamos a vida cheia de sutilezas "a nossa filha vai chamar assim, mas aí vai ser fofo pq o apelido vai ser assim-assim", "mas e quando a gente estiver bravos com ela, como é que a gente vai fazer?" "ah, a gente vai gritar meio assiiiiiimmmm ó" (o nome foi suprimido, porque isso é só nosso). A gente fala muita bobagem que não faz sentido, ou que só faz sentido pra gente, mas a gente fala coisas muito sérias. Eu adoro quando ele vem me falar sobre o Irã e a Coréia do Norte.

Ele é do tipo que sabe o assunto que eu tô curtindo no momento, e fala um monte sobre. Do tipo que eu falo "Ah, meu professor, o Bucci" e ele diz "Gucci?!?!", só porque sabe que eu vou rir da referência fashionistíca.
Do tipo que se apaixona junto comigo por um assunto. E faz eu me apaixonar por um assunto que ele goste.

Do tipo que tem a carinha mais fofa do mundo quando diz "Ôô Stéééphanie!", e tem a risada mais gostosa de se ouvir. Que parece um nenenzinho quando se enrosca em mim, e que ronrona igual um gato quando quer minha atenção.

Eu poderia falar sobre como ele é um sol na minha vida E na vida das outras pessoas do mundo. Mas eu vou deixar esse assunto pra outro dia. Só posso dizer que uma vez uma amiga comentou 'Queria namorar com o irmão do seu namorado só pra ser cunhada do David, de tão fofo que ele é".

<3

Et mais il m'aime encore, et moi je t'aime un peu plus fort
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Feeling: lovedloved
Listening: comme des enfants - Couer de Pirate
 
 
Stephanie Noelle
22 August 2010 @ 01:51 am
Coisa mais maravilhosa acordar no sábado e ver que está passando "Dirty Dancing" na Sony. Eu gosto um monte desse filme, especilmente da dança. Eu amo dançar! Course, eu não sei dançar como a Baby, mas eu não consigo ouvir uma música com ritmo contagiante e não me mexer.

Anyway. O final de semana tem sido incrível, so far.

Sexta fui jantar com o Fer, antes de vermos "Inception", um filme ótimo, recomendo! O final é muito bom, mas o durante é o melhor de tudo, as cenas e histórias muito bem construídas, e eu super entrei dentro do clima da narrativa.
Fora que, juntar Joseph, Ellen, Marion e Leo já é meio caminho andado para um bom (e lindo) filme.

Ele veio para o apê, para que hoje (ainda não dormi, então pra mim é sábado) todo mundo aproveitasse bem o sábado. Óbvio que dormi muito, mas eu sempre me dou este direito no sábado, pra compensar as poucas horas de sono dos dias de semana. Já no domingo, prefiro acordar cedinho :)
Vi o filme que abre este post, e fomos (eu, David, Fer, Bruna e Augusto) para uma tortaria chamada "Pie in the Sky", de cozinha inglesa. Confesso que tenho um pouco de medo da culinária do país dos Beatles, porque é tudo muito forte, mas ameeei minhas escolhas. E é sempre bom sair da zona de conforto. E lá servia "Itubaína Retrô", numa embalagem mega fofa, fiquei encantada!

De lá, fomos direto pro Reserva Cultural, assistir "Le Petit Nicolas" (em português, O Pequeno Nicolau), comédia francesa leve e graciosa, que conta a história de Nicolas, filho único, cheio de amigos com histórias engraçadas, que não quer ter um irmãozinho. Eu dei muitas risadas, e treinei o francês, minha língua amada!

 

O Reserva é um dos meus cinemas preferidos (eu amo o Belas Artes também!), a lista de exibição é muito boa (tem uma seleção mais artística-cultural, você nunca vai ver 'Iron Man' lá, por exemplo), e eles não vendem pipoca! Eu não ligo, na verdade, porque minha companhia inseparável de cinema é a coca-cola, mas lá eles não vendem, pois de acordo com a preferência dos frequentadores, o som da pipoca atrapalha o filme. Algumas pessoas podem não gostar, mas acho legal essa preocupação com o gosto do cliente. Eu já acho que deveriam ser proibidas crianças também, mas aí é outra história...
Lá também tem um café, um restaurante e uma livraria. Perfeito!

Já em casa, tigrinho foi pro fogão fazer brigadeiro, mas como ele acha as versões 'standart' chatas ((de qualquer coisa, não só brigadeiro), ele sempre incrementa. Dessa vez, ele colocou coco ralado, e ficou delíícia!
E por sorte, começou a passar Top Chef na Sony, um reality show de culinária, que a Ana já tinha me falado que era super legal, e que o David ia gostar, por ser de culinária e tal. E ele gostou mesmo, uhul!

Mas a fome voltou, e eu e Fer fomos ao Pão de Açúcar, às 23h30. Eu amo esse bairro, é um dos únicos lugares de São Paulo que eu não tenho pânico de sair na rua a esta hora. E a gente ainda viu um cachorro maravilhoso, gigantesco, branco, peludo, com os donos, no supermercado.

Bonne  nuit ;)
 
 
Feeling: gratefulgrateful
Listening: Time of my Life - Dirty Dancing OST
 
 
Stephanie Noelle
19 August 2010 @ 11:03 pm
Kinda off topic: Tô com medo dessa pessoa ser o karma (carma?) da minha vida, e eu *nunca* conseguir me livrar dela. 

Conversas que resumem meu porto seguro:

2:43 PM me: sério
CHEGA DE FARRA

2:44 PM David: chega
enough
2:45 PM me: cada uma né bem?
me fala
pq isso acontece comigo?
2:46 PM David: pessoas, pessoas alteradas
2:51 PM me: :~
David: =/
maass tem eu pra balancear, né, bem?!
<3

Eu amo o jeito que o David liga com tudo na minha vida. Ele nunca, nunquinha 'freaked out' com nada, tipo ciúmes, coisas malucas que eu faço ou digo. Não que a gente nunca brigue. Como qualquer casal, a gente briga.
Mas ele não enlouquece, e ele nunca gritou comigo :)
Meu namorado é um gentleman, até brigando :P

E quando eu tô tristinha, ele sempre fala uma coisa fofa, engraçada, bobinha, que me deixa com um sorriso enorme.
Hoje, por exemplo, tava indo para o trabalho, tocou meu telefone, e quando atendi, ele começou a ler minha matéria que saiu no Jornal do Campus. Felicidade instantânea!
Um beijo, petit! 



 
 
Feeling: gratefulgrateful
Listening: De Bonnes Raisons - Les Chansons D'Amour
 
 
Stephanie Noelle
17 August 2010 @ 07:43 am
 To-do list:

- Fechamento Jornal do Campus - minha editoria é a de Cultura, e meu texto é sobre o Grupo de Teatro da Poli (ao menos meu texto tá ok, não tenho problemas com cortes na matéria e meu editor, Rafael Ciscati, é um fofo-querido!)

- Lançamento do perfume da Shakira (''Cause I'm a gypsy, are you coming with me? | I never make agreements, just like a gypsy | And I won't cry, I'm too young to die, if you're gonna quit me 'cause I'm a gypsy")

- Trabalhar (sim, porque mesmo depois da taça de prosecco (*lol*) o trabalho still there)

- Lançamento da Pop Up Store (queria muito ir, mas não sei se vou conseguir porque...)


- Première de "Coco Chanel & Igor Stravinsky", do site Chic (morro pela Chanel, então veja bem como devo estar animada/empolgada/ansiosa)

That's all ;)
 
 
Feeling: energeticenergetic
Listening: Gypsy - Shakira
 
 
Stephanie Noelle
16 August 2010 @ 12:40 am
E falando em festas... 
Este final de semana foi aniversário de uma amiga queridíssima, Carol, parceira (e anfitriã) de praticamente todas as festas da nossa trupe de amigos.
A comemoração foi tão incrível como sempre é, mas dessa vez a gente não comeu esfirra fria do Habbib's, e nos comportamos muito bem até 1h (hora que o última parente foi embora e ficamos só nós, pessoas jovens *hahaha*). Óbvio que foi os gatos saírem para os ratos fazerem a festa.
Só posso dizer, sem comprometer ninguém, nem a mim mesma, que fui mais macha que muito homem.
O frio da madrugada (acho que fui deitar às 5h) era tão, tão grande, mas "Naturally" (que tocou *muitas* vezes) nos esquentou. Dessa vez não teve "Down in Mexico". Porque, né, não posso banalizar minha lap dance *yeah, right*

Eu, David, Carol e Fer sempre somos os sobreviventes, e por isso, temos lugar cativo no quarto da chácara. Eu e Dá na cama grande com a Carol, e Fer no colchão full time. É a coisa mais delícia do mundo acordar naquele lugar, com um sol que com certeza não é tão brilhante em outro lugar, sentar naquela bancadinha e ficar lembrando (ou tentando lembrar) os babados da festa. É nessa hora que eu fico mais feliz de tê-los como amigos. São pessoas tão especiais, tão fáceis e deliciosas de se conviver.

A gente tem um plano, assim que a Carol se formar (ela faz Eng. Química na Unicamp), morarmos todos os quatro em um apartamento fofo em São Paulo, com a maior estante de livros, filmes e seriados do mundo.
Carooool, se forma logo!

:)
 
 
Feeling: relaxedrelaxed
 
 
Stephanie Noelle
09 August 2010 @ 11:41 am

Segunda-feira, 09/08

- Arrumei malas (voltar ao crusp na segunda-feira é triste e dá trabalho)
- Fiz lista de compras (a nutricionista me deu uma chamada, logo, preciso comprar frutas)
- Marquei entrevista com a fonte sobre reportagem do Jornal do Campus
- Tirei dinheiro pro David fazer as compras (eu tenho preguiça)
- Tomei injeção
- Comprei remédio pra gripe

E tudo antes das 10h

Plus: Starbucks para pegar meu Vanilla Latte e o Expresso do chefe :)

Bom dia!
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Feeling: awakeawake
Listening: Moi je joue - Brigitte Bardot